Tudo que você precisa saber obre Aneurisma Cerebral

A seguir você vai ver algumas das principais perguntas quando o assunto é Aneurisma Cerebral. Caso, tenha alguma dúvida deixe nos comentários…
 
O que é Aneurisma Cerebral?
Aneurisma cerebral é a dilatação anormal de uma artéria que irriga o cérebro, geralmente localizado nos pontos em que ela se bifurca (são pontos de fragilidade). Pode se romper e causar uma hemorragia cerebral ou permanecer assintomático, sem estourar durante toda a vida. Os aneurismas também podem ocorrer em qualquer artéria do corpo, como as de coração, rim e abdômen. Os do tipo cerebral e da aorta torácica e abdominal apresentam altas taxas de mortalidade e são também os mais frequentemente tratados.
 
Como saber que eu tenho Aneurisma Cerebral?
No cérebro, surgem sinais geralmente quando há ruptura. Em alguns casos, ocorre um sangramento inicial no cérebro, acompanhado de dor de cabeça súbita e intensa, antes do rompimento definitivo. Esta é a hora de procurar uma emergência. Em outras situações, quando o aneurisma se rompe totalmente, dependendo da intensidade do sangramento, a pessoa tem desde dor de cabeça até perda dos sentidos e coma. Deve-se ir ao hospital imediatamente para tratamento adequado. Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico e iniciado o tratamento, melhores são os resultados.
 
Qual é o tratamento?
Existem duas formas:

  • Cirurgia: através de uma craniotomia (incisão no crânio) coloca-se um clipe metálico na base do aneurisma, excluindo-o da circulação.
  • Embolização endovascular: através de cateterismo da artéria femoral, avançamos um cateter até o aneurisma cerebral, no qual são introduzidas pequenas molas, fazendo-o coagular e cicatrizar. Cerca de 20% dos pacientes precisam de novo tratamento, pois o aneurisma pode voltar a se abrir, porém este tratamento é menos agressivo que a cirurgia convencional.

 
Quais são os fatores de risco para a ruptura do aneurisma?
Os dois principais fatores de risco para formação e/ou ruptura de um aneurisma são o fumo e a pressão alta não controlada. Doenças que aumentam o risco de fragilidade das artérias cerebrais, como as do colágeno (síndromes de Marfan e de Ehler Danlos) e a renal policística, também influenciam.

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